Douglas Charles Rapier é um professor de inglês. Mas nem pense em imaginá-lo com um cachimbo na boca, de terno cinzento e com um ar cansado no rosto. Ele ensina inglês como idioma estrangeiro em Taipei, Taiwan, onde viveu por 11 anos.
Como estudioso de Tolkien, Rapier tem um estilo próprio de escrita. Ele parece preferir falar sobre pontos que não chaman a atenção, ou que pelo menos nem são notados a primeira vista. Ao invés de discutir os fatos espinhosos, Rapier gosta de ficar divagando sobre eventos e detalhes coisas quase fúteis. Mas não pense que por isso suas colunas não tem graça, pelo contrário. Justamente por encontrar algo interessante sobre coisas desapercebidas ele é um bom autor. Se você tiver a paciência de ler suas colunas completas vai entender que "nem tudo que brilha é ouro, nem todo vagante é vadio".
Quem se interessa pelos Tengwar e já os estudou ou pelo menos deu uma olhada mais demorada no assunto, provavelmente já se perguntou: como será que escrevo meu nome? Como posso escrever essa palavra? É para isso que serve este estudo; para escrever corretamente com os Tengwar de Fëanor.

Se os Balrogs possuem ou não possuem asas pode parecer uma questão simples, mas como acontece com freqüencia nos trabalhos literarios de Tolkien, quanto mais a examinamos, mais parece difícil de achar qualquer resposta. É uma questão, também, que divide os fãs de Tolkien em dois campos. Os que acreditam, e os que não acreditam.
A Terra-média faz parte do mundo originalmente criado no Ainulindalë, e sem dúvida é o continente mais fartamente documentado e rico em histórias em toda Arda. Foi na Terra-média que todas as raças do mundo despertaram para a vida: elfos, homens, ents, anões, hobbits e mesmo orcs e dragões vieram a ser criados na Terra-média.


