Gabriele Greggersen é mestre e doutora em História e Filosofia da Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, sob orientação do Dr. Luiz Jean Lauand. Concluiu seu pós-doutoramento na área de História das Mentalidades junto ao Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo em 2003, com pesquisa dedicada ao imaginário em Dom Quixote das Crianças, de Monteiro Lobato.
Além de ter sido docente, coordenadora e pesquisadora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Greggersen é autora de Antropologia Filosófica de C.S. Lewis (Editora Mackenzie), sua tese, que recebeu uma versão simplificada em A Pedagogia Cristã na Obra de C.S. Lewis (Editora Vida). É autora ainda de O Senhor dos Anéis: da imaginação à ética (Editora Ultimato), de A Magia das Crônicas de Nárnia I (GW Editora) e de diversos artigos, traduções – como de Deus em Questão, que vem tendo grande impacto, entre outros livros e artigos – tematizando as relações entre a literatura, a imaginação, o sagrado e a educação.
Quem se interessa pelos Tengwar e já os estudou ou pelo menos deu uma olhada mais demorada no assunto, provavelmente já se perguntou: como será que escrevo meu nome? Como posso escrever essa palavra? É para isso que serve este estudo; para escrever corretamente com os Tengwar de Fëanor.
Tolkien afirmou enfaticamente que a Terra-média é vislumbrada como nosso mundo, em um tempo milhares de anos no passado, muito antes de toda a história registrada: Em uma carta para Rhona Beare em 1958 o autor escreveu: "Eu tenho, suponho, construído um tempo imaginário, mas mantive meus pés em minha própria terra-mãe para locação".
Muitas pessoas pensam em Chivalry como um conceito que vem de histórias e das fábulas sobre espadas, dos cavaleiros e magia da Idade Média. Por ironia, contudo, um dos mais conhecidos contos de espadas e magia não vem de forma alguma da Idade Média, mas sim do século XX... esse é O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien.



